“DESTINO”
Vejo
o sol a pino.
Acordei
e vim buscar-te, amado.
Das
brumas do passado.
Vim
sedenta.
Ansiosa.
Vim
como esta rosa
Ela
quer desabrochar antes do dia apontar.
Tem
uma urgência.
Não
quer que o orvalho a deixe antes que o primeiro raio de sol a abrace.
É
o destino de toda rosa vermelha?
Ser
louca por um beijo do sol...
Ser
louca por uma carícia ao arrebol...
Ser
romântica ao extremo?
Não
sei...
Confesso
que desconheço porque minha alma é assim como a da rosa.
Meus
olhos correm por todo canto.
Caio
em pranto.
E
tu não vens.
É
o destino este desencontro que marcou nossas vidas?
Exagero
aos expor as feridas?
sonia delsin
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